Entre formas harmônicas da natureza e os conflitos estéticos e sociais

uma resenha de O tempo da paisagem, de Jacques Rancière

Autores/as

  • Michelly Alves Teixeira Universidade de Brasília

DOI:

https://doi.org/10.26512/rfmc.v13i3.58841

Palabras clave:

Tempo da Paisagem. Conflitos Estéticos. Jacques Rancière.

Resumen

Para Jacques Rancière, o objeto que temos em mãos, assim como os demais objetos constantemente analisados por ele no palco político ou na composição de cenas estéticas, também se constitui por meio de conflitos e emerge da busca pela igualdade na diversidade sensível. O sintoma desse processo é a busca irrefreável pela modificação de uma configuração existente do que é perceptível nos objetos do pensamento. E na busca pela modificação destas configurações existentes, a harmonia e a desarmonia das formas, como veremos, contribuem para o conflito em torno do que a tradição define como belo e como “arte”, mas não apenas isso, pois o tumulto gerado por esse objeto não escapa ao sentido de natureza.

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Citas

RANCIÈRE, Jacques. O tempo da paisagem. Tradução de Pedro Taam. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2024.

Publicado

2026-02-20

Cómo citar

TEIXEIRA, Michelly Alves. Entre formas harmônicas da natureza e os conflitos estéticos e sociais: uma resenha de O tempo da paisagem, de Jacques Rancière. Revista de Filosofia Moderna e Contemporânea, [S. l.], v. 13, n. 3, p. 179–196, 2026. DOI: 10.26512/rfmc.v13i3.58841. Disponível em: https://periodicostestes.bce.unb.br/index.php/fmc/article/view/58841. Acesso em: 13 jun. 2026.

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