Análisis de las decisiones de no incorporación de fármacos biológicos en reumatología por parte del CONICET
DOI:
https://doi.org/10.26512/1679-09442025v16e57866Palabras clave:
Productos Biológicos, Enfermedades Reumáticas, Enfermedades Autoinmunes, Evaluación de la Tecnología BiomédicaResumen
Los medicamentos biológicos han revolucionado el tratamiento de enfermedades reumáticas autoinmunes (ERA), pero sus elevados costos plantean desafíos para la sostenibilidad de los sistemas sanitaríos. Este trabajo identificó y analizó los motivos de la no incorporación de medicamentos biológicos sometidos a evaluación por la Comisión Nacional de Incorporación de Tecnologías (CONITEC) en el Sistema Único de Salud (SUS), utilizados en la farmacoterapia de algunas ERA. Se realizó un estudio descriptivo, observacional y retrospectivo de los informes de recomendación de terapias relacionadas con las ERA, emitidos por el CONITEC de 2019 a 2024, analizando únicamente los informes de no incorporación. Las variables analizadas fueron tipo de tecnología, origen de la demanda, indicación, recomendación preliminar, existencia de consulta pública y recomendación final de la comisión. Se identificaron 12 informes, de los cuales 9 resultaron en deliberaciones desfavorables a la inclusión de medicamentos biológicos para la IRA. Los biológicos no incorporados fueron secukinumab, ixekizumab, certolizumab pegol y belimumab intravenoso. Los criterios de decisión más considerados fueron la eficacia/seguridad (67%) y el impacto presupuestario (78%). Los resultados refuerzan la importancia de evaluaciones sistematizadas, basadas en criterios más transparentes para la inclusión de tecnologías en el SUS.
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