Teaching How to Study Expository Texts: A Programmed Instruction
DOI:
https://doi.org/10.1590/0102.3772e40202.enKeywords:
Computerized Teaching, Expository Text, How to Study, Elementary School, Behavior Analysis; Programmed Instruction.Abstract
The objective of this study was to develop and evaluate the application of computerized programming to teach how to study expository texts. Principles of programmed instruction were used, and different target behaviors were focused on: inspecting the text, locating and highlighting important information, paraphrasing, building schemes, and conceptual maps, and elaborating questions on the topic. The activities were designed and carried out using Google Forms, Socrative, and Wordwall applications. Nine students from the 3rd to the 6th year of elementary school, from public and private schools, participated in this study. Participation was online and remote. The results showed an improvement in the performance of the participants in seven of the ten selected objectives for evaluation. In conclusion, it is possible to teach how to study expository texts through programmed instruction based on a clear description of the objectives involved in this repertoire.
References
Basso, C., Graf, L. P., Lima, F. C., Schmidt, B., & Bardagi, M. P. (2013). Organização de tempo e métodos de estudo: Oficinas com estudantes universitários. Revista Brasileira de Orientação Profissional, 14(2), 277-288.
Bilimória, H., & Almeida, L. S. (2008). Aprendizagem auto-regulada: fundamentos e organização do Programa SABER. Psicologia Escolar e Educacional, 12, 13-22.
Botomé, S. P., & Gonçalves, C.M.C. (1994). Redação passo a passo: Um texto programado para autoaprendizagem de redação (2ª ed). Editora Vozes.
Brasil. (2018). Base Nacional Comum Curricular (BNCC). MEC Governo Federal. http://basenacionalcomum.mec.gov.br
http://basenacionalcomum.mec.gov.br
Colombini, F. A., & Moroz, M. (2022). ESTUDAR - ANÁLISE DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA EM PERIÓDICOS BRASILEIROS. Psicologia Escolar e Educacional, 26 https://doi.org/10.1590/2175-35392022224574
https://doi.org/10.1590/2175-35392022224574
Costa, E. R., & Boruchovitch, E. (2009). As estratégias de aprendizagem e a produção de textos narrativos. Psicologia: Reflexão e Crítica, 22(2), 173-180. https://doi.org/10.1590/S0102-79722009000200002
https://doi.org/10.1590/S0102-79722009000200002
Cortegoso, A. L., & Ramos, C. B. A. (2004). Preferência por diferentes combinações de atividades brincar e estudar e efeitos sobre propriedades de comportamentos de estudo em crianças. Psicologia e Educação, 18, 131-155.
Dantas, M. A., Guerreiro-Casanova, D. C., Azzi, R. G., & Benassi, M. D. T. (2015). Relações entre autoeficácia acadêmica e estratégias de estudo e aprendizagem: mudanças ao longo do primeiro semestre do Ensino Médio. Psicologia Ensino & Formação, 6(1), 33-51.
Figueiral, A. S. (2015). O que é estudar? Entendendo o processo em termos cerebrais. In T. Pantano & C.C.A. Rocca (Orgs.), Como se estuda? Como se aprende? Um guia para pais, professores e alunos, considerando os princípios das neurociências (pp. 37-50). São José dos Campos: Pulso Editorial.
Freire, P. (2014). Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa (69ª ed). Editora Paz e Terra.
García, I. R. (2015). El papel del docente de lengua em la formación para lalectura disciplinar. Educación y Humanismo, 17(29), 202-219.https://doi.org/10.17081/eduhum.17.29.1253
https://doi.org/10.17081/eduhum.17.29.1253
Goés, N. M. & Boruchovitch, E. (2020). Como sublinhar corretamente? In N. M Goés e E. Boruchovitch (Eds.) ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM: Como promovê-las? (1ª ed., pp. 83-97). Vozes.
Gurgueira, L. H., & Cortegoso, A. L. (2008). Avaliação de um programa de ensino para capacitar mães como agentes favorecedoras do estudar. Psicologia da Educação, (27), 5-30.
Kienen, N., Sahão, F. T., Rocha, L. B., Ortolan, M. L. M., Soares, N. G., Michelato Y., S., & Prieto, T. (2017). Comportamentos pré-requisitos do “Estudar textos em contexto acadêmico”. Rev. CES Psico, 10(2), 28-49. https://doi.org/10.21615/cesp.10.2.3
https://doi.org/10.21615/cesp.10.2.3
Lima, T. O. (2020). Programação para o ensino de estudo de textos didáticos utilizando aplicativos. [Dissertação de Mestrado]. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Martins, I., Cassab, M., & Rocha, M. B. (2011). Análise do processo de reelaboração discursiva de um texto de divulgação científica para um texto didático. Revista Brasileira De Pesquisa Em Educação Em Ciências, 1(3).
Moroz, M. & Luna, S. V. de (2013). Professor: o profissional do ensino! Reflexões do ponto de vista behaviorista/comportamental. Psicologia da Educação, (36), 115-121.
Oliveira Ferreira, B., de Araújo, E. P., & Souza, A. B. L. (2015). Incentivo ao desenvolvimento de hábitos de estudos. Encontro: Revista de Psicologia,17 (27).
Puliezi, S. (2015). Fluência e compreensão na leitura de textos: um estudo com crianças do 4º ano do ensino fundamental. [Tese de Doutorado]. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Regra, J.A.G. (2004). Aprender a estudar. In M.M.C. Hubner & M. Marinotti (Ed.), Análise do Comportamento para a Educação: contribuições recentes. (pp. 225-242). ESETec Editores Associados.
Rodrigues, M.E. (2005). Estudar: como ensinar? In H.J. Guilhardi & N.C. de Aguirre (Eds.) Sobre Comportamento e Cognição: expondo a variabilidade (pp. 416-427). ESETec Editores Associados.
Rodrigues, R. M. A., & Mendonça, F.B. (2015a). Uso do Solo. Em I. R. Roque (Ed.) Jornadas.cie Ciências 6º ano (pp. 106-117). Editora Saraiva.
Rodrigues, R. M. A., & Mendonça, F.B. (2015b). A água na Natureza. Em I. R. Roque (Ed.) Jornadas.cie Ciências 6º ano (pp. 124-133). Editora Saraiva.
Rosário, P., Nunes, T., Magalhães, C., Rodrigues, A., Pinto, R., & Ferreira, P. (2010). Processos de auto-regulação da aprendizagem em alunos com insucesso no 1o ano de Universidade. Psicologia Escolar e Educacional, 14(2), 349-358. https://doi.org/10.1590/S1413-85572010000200017
https://doi.org/10.1590/S1413-85572010000200017
Saraiva, R.; Moojen, S. & Munarski, R. (2006). Avaliação da Compreensão Leitora de Textos Expositivos (1ª ed.). Casa do Psicólogo.
Skinner, B. F. (1972). Tecnologia do ensino. (R. Azzi, Trads). Edusp. (Trabalho original publicado em 1968).
Teixeira, A. R., & Alliprandini, P. M. Z. (2013). Intervenção no uso de estratégias de aprendizagem diante de dificuldades de aprendizagem. Psicologia Escolar Educacional, 17(2), 279-288. https://doi.org/10.1590/S1413-85572013000200010
https://doi.org/10.1590/S1413-85572013000200010
Velasco, S.M. (2016). Análise do Comportamento e Educação - Ensinar a Estudar. Boletim Paradigma, 11, 45-48.
Velasco, S.M. & Angelo, H.V.B.R. (2022). Ensino de habilidades de estudo como objetivo educacional. In A.B.C. Menezes (Ed.) Ensinar & Aprender: Desafios para a educação do séc. XXI. (1ª ed.). Associação Brasileira de Ciências do Comportamento (ABPMC).
World Economic Forum. (2018). The Future of Jobs Report 2018. http://www3.weforum.org/docs/WEF_Future_of_Jobs_ 2018.pdf
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2024 Tuane Lima, Melania Moroz

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.

