Positivismo e a construção de modelos na antropologia
DOI:
https://doi.org/10.26512/aa.1978.2.1.05Keywords:
Antropologia, Crítica, Teoria GeralAbstract
Barry Hindess, um Lecturer em Sociologia na Universidade de Liverpool, e autor de alguns livros de indiscutível interesse, como The Decline of Working Class Politics (1971), The Use of Official Statístic ín Sociology (1973) e Pre-Capitalist Modes of Production (1975), este último escrito por P. Q. Hirst (e já traduzido para o português - Zahar, 1976), incursiona agora, com este seu Philosophy and Methodology in the Social Sciences (1977), no campo da filosofia e da metodologia em ciências sociais com um objetivo bem delineado: a demolição da epistemologia e dos diferentes racionalismos e empirismos que lhe dão guarida. Propõe-se, assim, a uma crítica das epistemologias fenomenológicas (Weber, Schutz e Husserl) e positivistas (Mill, Mach, Carnap e Popper) seguindo aproximadamente uma linha althusseriana, ou nela se inspirando. Sua crítica recai sobre algumas modalidades de positivismo que se manifestam num conjunto selecionado de autores, especialmente filósofos e lógicos, e num ou noutro cientista social. Max Weber é o sociólogo que merece sua maior atenção, cabendo a Parsons e a um antropólogo como Lévi-Strauss referências quase episódicas.
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Copyright (c) 1978 Anuário Antropológico

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