Socioenvironmental networks and international cooperation: The Global Alliance for Recycling and Sustainable Development- GARSD
DOI:
https://doi.org/10.18472/SustDeb.v10n3.2019.19328Palabras clave:
Non-governmental organizations. International cooperation. National States. Socioenvironmental Networks. GARSD.Resumen
Networks of nongovernmental organizations dedicated to socio-environmental issues have emerged in recent decades. The involvement of these networks in the international sphere has enabled new approaches to international cooperation. This article introduces the concept of international cooperation and the Global Alliance for Recycling and Sustainable Development (GARSD), a socio-environmental network created by a coalition of NGOs dedicated to promoting recycling of municipal solid waste. This article is the result of a doctoral study conducted using documentary analysis, participant observation and other qualitative data collection methods. The study conclusively finds that it is neessary to analyze the work of these non-state actors within the context of international cooperation between nation states and the possibility of (re)creating political-territorial arrangements, such as networks comprising a variety of actors especially geared towards socio-environmental issues.
Referencias
ABRAMOVAY, Ricardo. Muito além da economia verde. São Paulo: Editora Abril, 2012.
ACSELRAD, Henri., MELLO, Cecilia e BEZERRA, Gustavo. O que é justiça ambiental. Rio de Janeiro: Garamond, 2009.
ARON, Raymond. Paz e guerra entre as nações. Brasília:IPRI/FUNAG, 2002.
BOBBIO, Norberto. et. al. Dicionário de Política. Brasília: UNB, 1995.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Pesquisa Participante. São Paulo: Brasiliense, 1988.
BRANISLAV, Gosovic. The resurgence of South”“South cooperation, Third World Quarterly, 37:4, 733-743, 2016. Available on: DOI: <10.1080/01436597.2015.1127155>. Access on: Sept 05 2019.
BRASIL, RIO 92. Meio Ambiente e Desenvolvimento - Uma Visão das ONGs e dos Movimentos Sociais Brasileiros. Fórum de ONGs Brasileiras preparatório para a Conferência da Sociedade Civil sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. Rio de Janeiro, 1992.
BRASIL. (2010). Presidência da República. Lei número 12.305, de 2 de agosto de 2010. Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_-03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12305.htm >. Acesso em: 05 de set.de 2019.
BULKELEY, Harriet. Reconfiguring environmental governance: towards a politics of scales and networks. Political Geography,v. 24,p. 875-902,2005.
BURNS, Thomas J.; LEMOYNE, Terri. Como os movimentos ambientalistas podem ser mais eficazes: priorizando temas ambientais no discurso político. Ambient. soc., Campinas, v.10, n.2, p.61-82,Dec. 2007.Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-753X2007000200005&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 05 de set. de 2019. http://dx.doi.org/10.1590/S1414-753X2007000200005
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. A era da informação: economia, sociedade e cultura. São Paulo: Paz e Terra, 1999, vol.1.
CEMPRE e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) realizam evento para promoção do modelo brasileiro de reciclagem. Cempre Informa, 16.out. 2013. Disponível em: <http://cempre.org.br/artigo-publicacao/imprensa/id/1/cempre-e-banco-interamericano-de-desenvolvimento--bid--realizam-evento-para-prom > . Acesso em: 05 de set.de 2019.
CAVALCANTI, Clóvis. Sustentabilidade: mantra ou escolha moral? uma abordagem ecológico-econômica. Estudos avançados, 2012, vol.26, n.74, pp. 35-50 Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1590/S0103-40142012000100004>. Acesso em: 05 de set.de2019.
CONCA, Ken., DABELKO, Geoffrey. The problems and possibilities of environmental peacemaking, in: Environmental peacemaking, edited by: Conca, K. and Dabelko, G., John Hopkins University Press, Baltimoore, 220”“233, 2002.
DAVIES, Thomas. Richard. Understanding non-governmental organizations in world politics: The promise and pitfalls of the early ‘science of internationalism.’ European Journal of International Relations, 23(4), 884 905, 2017. Available on: <https://doi.org/10.1177/1354066116679243>. Access on: Sept 04 2019.
DIEGUES, Antonio. A ecologia política das grandes ONGs transnacionais conservacionistas. São Paulo: NUPAB. Universidade de São Paulo, 2008.
GLOBAL ALLIANCE FOR RECYCLING AND SUSTAINABLE DEVELOPMENT. Guidelines for Establishing Solid Waste Recovery Organizations in Emerging Countries.. Disponível em: < https://pt.scribd.com/document/63260754/Guidelines-for-Establishing-Solid-Waste-Recovery-Organization-Guidelines-in-Emerging-COuntries-DRAFT-2-12-10 > . Acesso em : 05 de set. De 2019.
GLOBAL ALLIANCE FOR RECYCLING AND SUSTAINABLE DEVELOPMENT. GARSD. Guidelines to set waste picker cooperatives. São Paulo: Neuronia Design, 2011.
GONÇALVES-DIAS, Sylmara. Lopes.Francelino.; SANTOS, Maria. Cecília. Loschiavo . A inserção dos catadores no Campo da Indústria de Reciclagem: uma análise comparada de duas experiências de Redes de Economia Solidária. In: Sonia Maria Flores Gianesella; Pedro Roberto Jacobi. (Org.). A sustentabilidade socioambiental: diversidade e cooperação. 1ed.São Paulo: Annablume Editora, 2012, v. 1, p. 98-120.
GORZ, André., BOSQUET, Michel. Ecologie et politique. Paris : Seuil, 1978.
HARDT, Michael., NEGRI, Antonio. Império. Rio de Janeiro: Record, 2001.
HAESBAERT, Rogério. O mito da desterritorialização: fim dos territórios a multiterritorialidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004.
HERCULANO, Selene. ONGs e movimentos sociais: a questão de novos sujeitos políticos para a sustentabilidade. Revista Meio Ambiente: questões conceituais, p.123-155,2000.
JACOBI, Pedro Roberto. Movimento ambientalista no Brasil. In: Wagner Costa Ribeiro. (Org.). Patrimônio Ambiental Brasileiro. São Paulo: Edusp, 2003, p. 519-543.
KAZA, S. et al. What a Waste 2.0: A Global Snapshot of Solid Waste Management to 2050 Urban Development Series. International Bank for reconstruction and development. The world bank. 2018. Available on < https://openknowledge.worldbank.org/handle/10986/2174 >. Access on: March 27 2019.
KEOHANE, Robert. O., NYE, Joseph. Power and Interdependence.New York: Longman:, 2001.
LIPIETZ, Alain. Ecologie politique. Paris : La Decouverte, 2003.
MARTINEZ ALIER, Joan. The environmentalism of the poor: a study of ecological conflicts and valuation. Massachusetts: Edward Elgar Publishing, 2002.
MARZOCHI, Samira. GREENPEACE: mundalização e política. Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2013.
MORENO JIMÉNEZ, Antonio. Justicia ambiental. Del concepto a la aplicación en análisis de políticas y planificación territoriales. Scripta Nova. Revista Electrónica de Geografía y Ciencias Sociales. [En línea]. Barcelona: Universidad de Barcelona, 1 de marzo de 2010, vol. XIV, nº 316. Disponível em: <http://www.ub.es/geocrit/sn/sn-316.html>. Acesso em: 05 de set.de 2019.
NAOUFAL, Nayla. (2016). Connexions entre la justice environnementale, l’écologisme populaire et l’écocitoyenneté. [VertigO] La revue électronique en sciences de l’environnement, 2016, vol. 16, nº1. Disponível em: < https://www.erudit.org/fr/revues/vertigo/2016-v16-n1-vertigo02678/1037574ar/> Acesso em: 05. de set. de 2019.
OLIVEIRA, Rafael Santos de; WEBER, Catiane Trevisan. Atuação das organizações não-governamentais ambientalistas: uma perspectiva internacional. Âmbito Jurídico, Rio Grande, X, n. 40, abr. 2007. 09. out. 2018. Disponível em: <http://www.ambitojuridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=1733&revista_caderno=5>. Acesso em:05 de set.de 22019
OUTHWAITE, William., BOTTOMORE, Tom. Dicionário do pensamento social do Século XX. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1996.
RAFFESTIN, Claude. Por uma Geografia do Poder. São Paulo : Ática, 1993.
RIBEIRO, Wagner Costa. A ordem ambiental internacional. São Paulo: Contexto, 2001.
_________. Teorias socioambientais: em busca de uma nova sociedade. Estudos. Avançados, São Paulo , v. 24, n. 68, p. 9-13, 2010 . Disponível em:< <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142010000100003&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 05 set. 2019. http://dx.doi.org/10.1590/S0103-40142010000100003.
ROGGERO, Marilia Araujo; ZIGLIO, Luciana. et.al. Vulnerabilidade socioambiental, análise de situação de saúde e indicadores: implicações na qualidade de vida no município de São Paulo, Confins, [online], 36 | 2018 Disponível em:. Acesso em: 05. de set. de 2019.
SEVERINO, Joaquim Antonio. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez, ed.22, 2002.
SIKKINK, Kathryn. et.al. New actor and new forces: transnational activist networks. International Politics: enduring concepts a contemporary issue. Londres: Pearson Longman, 2005.
SWYNGEDOUW, Erik. The Anthropo(Obs)cene. Antipode (Editors). Keywords in Radical Geography: Antipode at 50. The Authors/Antipode Foundation Ltd. Published by John Wiley & Sons Ltd., 2019.
TAMIKO, Tsuru. Desemprego em massa, condições de vida e procura por trabalho: uma experiência japonesa. Trabalho Flexível, Empregos Precários. GUIMARÃES, Nadya Araújo; HIRATA, Helena; SUGITA, Kurumi (orgs.) São Paulo: EDUSP, pp. 233-270,2009.
TATIM, Denise., DIEHL, Astor. Pesquisa em Ciências sociais aplicadas: métodos e técnicas. São Paulo: Prentice Hall, 2004. 168p.
UMBERTO, Eco. Como se fazer uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1985.
VEIGA, José Eli da . Sustentabilidade: a legitimação de um novo valor. São Paulo: SENAC, 2010.
VILLA, Rafael Duarte. Formas de influência das ONGs na política internacional contemporânea. Revista de sociologia e política, Curitiba, n. 012, jun. 1999. 09. out. 2018. Disponível em: <http://revistas.ufpr.br/rsp/article/view/39261 >. Acesso em: 05 de set. de 2019.
VILLA, Rafael Duarte. A construção de um sistema internacional policêntrico: atores estatais e não-estatais societais no pós-guerra fria. Revista Cena Internacional, Brasília, n. 2, p 65-87, dez. 2001.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2019 Sustentabilidade em Debate

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
La presentación de la(s) obra(s) científica(s) original(es) por parte de los autores, como titulares de los derechos de autor de los textos enviados a la revista, de conformidad con la Ley 9.610/98, implica la cesión de derechos de autor de publicaciones impresas y/o digitales a la Revista de Sustenibilidad en Debate de los artículos aprobados para fines de publicación, en un único número de la Revista, autorizando también que la(s) obra(s) científica(s) aprobada(s) se divulguen de forma gratuita, sin ningún tipo de reembolso de derechos de autor, a través del sitio web de a Revista, para leer, imprimir y/o descargar el archivo de texto, a partir de la fecha de aceptación para publicación. Por lo tanto, los autores, al presentar los artículos a la Revista y, en consecuencia, la libre cesión de derechos de autor relacionados con el trabajo científico presentado, son plenamente conscientes de que no serán remunerados por la publicación de los artículos en la revista.Â
La Revista está licenciada bajo una licencia no comercial y sin derivaciones Creative Commons (No permite la realización de obras derivadas) 3.0 Brasil, con el propósito de difundir conocimientos científicos, como se indica en el sitio web de la publicación, que permite el intercambio del texto y el reconocimiento de su autoría y publicación original en esta revista.
Los autores pueden asumir contratos adicionales por separado, para la distribución no exclusiva de las obras publicadas en la revista Sustenibilidad en Debate (por ejemplo, en un capítulo de libro), siempre que se indique que los textos se publicaron originalmente en esta revista y que se menciona el DOI correspondiente. Se permite y incentiva a los autores a publicar y distribuir su texto online después de su publicación (por ejemplo, en repositorios institucionales o en sus páginas personales).Â
Los autores aceptan expresamente los términos de esta Declaración de Derechos de Autor, que se aplicará a la presentación si es publicada por esta Revista.