Armamento é Direitos Humanos:

nossos fins, os meios e seus modos

Autores/as

  • Jacqueline de Oliveira Muniz Universidade Candido Mendes
  • Domício Proença Júnior Universidade Federal do Rio de Janeiro

Palabras clave:

Direitos Humanos, Armamento, Polícia, Governança, Segurança Pública

Resumen

A definição da capacidade coercitiva da polícia é a condição de possibilidade de sua instrumentalidade política para a defesa dos Direitos Humanos, bem como de sua governança. Após uma apresentação que consolida a teorização sobre o uso de força para a produção de obediências consentidas, apresentam-se três passagens históricas que correspondem aos momentos fundacionais das polícias modernas como ilustrações das alternativas de definição de tal capacidade, exemplificando diferentes formas de se conectar fins e meios, preferências políticas e especificidade de armamentos. As ques­tões que essas exposições suscitam permitem apresentar duas considerações relevantes para o debate brasileiro sobre segurança pública: a tensão entre universalidade e localis­mo no instrumento policial, e a integralidade de fins e meios em duas instâncias em que o uso de força pode ter lugar ”“ a defesa e a segurança pública.

Biografía del autor/a

  • Jacqueline de Oliveira Muniz, Universidade Candido Mendes

    Professora adjun­ta da Universidade Candido Mendes, atua no Programa de Mes­trado em Direito.

  • Domício Proença Júnior, Universidade Federal do Rio de Janeiro

    Professor asso­ciado da Universi­dade Federal do Rio de Janeiro, atua no Programa de Enge­nharia de Produção e no Programa de Políticas Públicas, Estratégias de De­senvolvimento

Publicado

2016-03-01

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

Armamento é Direitos Humanos:: nossos fins, os meios e seus modos. (2016). Sociedade E Estado, 28(1), 119-141. https://periodicostestes.bce.unb.br/index.php/sociedade/article/view/5709

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