Gestión y gobernanza de la salud: una prueba de conceptos aplicados a estudios nacionales
um ensaio sobre conceitos aplicados aos estudos nacionais
DOI:
https://doi.org/10.26512/gs.v11i2.29964Palabras clave:
Gobernanza. Liderazgo y Capacidad de Gobierno. Gestión y gobernanza del sector salud.Resumen
Por lo tanto, algunas preguntas guiaron la construcción del presente estudio, tales como: identificar los principales conceptos existentes sobre gobernanza y gestión de la salud, y los principios y formas de operación resultantes de la adopción del término gobernanza en el proceso de implementación de políticas públicas con un enfoque intersectorial .Por lo tanto, el objetivo era identificar el conocimiento producido sobre gestión y gobernanza desde la perspectiva de la implementación de políticas de salud. Metodológicamente, es un ensayo teórico basado en capítulos de libros y artículos científicos. El análisis realizado permitió enumerar las características de la gestión y la gobernanza de la salud que permiten diferenciarlas, así como los límites y las potencialidades para permitir procesos de toma de decisiones, incluidos los compartidos. Creemos que las reflexiones sobre tales definiciones, juntas, pueden proporcionar una consolidación teórica y perspectivas abiertas para poner en práctica las lógicas de la gobernanza de la salud en diferentes contextos y realidades p lurales.
Referencias
Filho WL et al. The role of governance in realising the transition towards sustainable societies. Journal of Cleaner Production 113. 755-766. 2016.
Thualagant T, Jelsoe E. Health Promotion in a Sustainability Perspective (editorial). The Journal of Transdisciplinary Environmental Studies vol. 14, no. 2, 2015.
Mcqueen DV et al. Intersectoral Governance for Health in All Policies. Structures, actions and experiences. World Health Organization 2012, on behalf of the European Observatory on Health Systems and Policies. 2012.
Maytz R. Nuevos desafíos de la teoría de governance. Disponível em: http://datateca.unad.edu.co/contenidos/109101/1111Act._5_Lectura_R._Mayntz.pdf. Acesso em: Setembro de 2016.
World Bank. World Development Report: The State in a Changing World. New York: Oxford University Press, 1997.
Gallon S, Severo MB. Debate teórico em torno do tema governança: reflexões preliminares. Revista de Cultura Política. V. 5, N. 1, 2015.
Kooiman J. Modern Governance. New Government-Society Interactions. London : Sage, 1993, 279 p. LE GALES Patrick. ”Du gouvernement des villes à la gouvernance urbaine”, Revue Française des sciences politiques, vol. 45, n. 1. Paris: PUF, 1995, p. 57-95.
Rosenau JN. “Governança, Ordem e Transformação na Política Mundial”. In: Rosenau, James N. e Czempiel, Ernst-Otto. Governança sem governo: ordem e transformação na política mundial. Brasília: Ed. Unb e São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2000. pp. 11-46.
Jessop B. The Regulation Approach, Governance, and Post-Fordism: Alternative Perspectives on Economic and Political Change? Economy and Society, 24 (3), pp. 307- 333.1995.
Mccarney P. ”Considerciones sobre la noción de ‘gobernabilidad’. Nuevos rumbos para las ciudades del mundo en desarrollo”. El Salvador en construcción, n. 13. El Salvador: s/e, 1997a, p. 11-26.
Espíndola R. Gobernancia democrática y salud. En: Casas JA, Torres C (eds). Gobernabilidad y Salud. Washington: OPS; 1999: 17”“34.
Bento LV. Governança global:uma abordagem conceitual e normativa das relações internacionais em um cenário de interdependência e globalização. Tese de doutorado. Universidade Federal de Santa Catarina. Pós-graduação em direito. Florianópolis, 2007.
Smouts M, organizador. As novas relações internacionais: teoria e prática. Tradução de Georgete M. Rodrigues. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 2004. p. 35 a 56.
Osmont A. La Gouvernance: concept mou, politique ferme. Annales de la recherche urbain, n. 80/81, 1998
Senarclens P. Governance and the Crisis in the International Mechanisms of Regulations. International Social Science Journal, n. 155, 1998. p. 91-104.
Stoker G. Governance as theory: five propositions. International Social Science Journal. 1998; n. 155, p. 17-28.
Alcántara CH. Use and Abuse of the Concept of Governance. International Social. Science Journal. 1988; n. 155, p. 105-113.
Tendler J. Bom governo nos trópicos: uma visão crítica. Rio de Janeiro: Renvan, 1998.
Cohn AR. International review- Intersectoral governance for health in all policies - structures, actions and experiences. Dir. sanitário. 2013; v. 14, n. 1, p. 264-267.
Frey K. Governança urbana e participação pública. RAC-Eletrônica. 2007; v. 1, n. 1, art. 9, pp. 136-150.
Moreira T. Limites e Potencialidades da Governança Urbana no Brasil. XII Encontro da Associação Nacional de Pós-graduação e pesquisa em planejamento urbano e regional. Belém, 2007.
Held D, Mcgrew A. Introduction. In: HELD, David e MCGREW, Anthony (ed.). Governing globalization: power authority and global governance. Cambridge (UK): Polity Press, 2002. p. 1 a 21.
Santos BS. El milenio huérfano. Ensayos para una nueva cultura política, España: Trotta. (2005).
Barbazza E, Tello JE. A review of health governance: Definitions, dimensions and tools to govern. Health Policy.116, 1”“11,2014.
Chauvin J et al. A survey of the governance capacity of national public health associations to enhance population health. BMC Public Health (2016) 16:251.
Pellegrini Filho AP, Buscc PM, Esperidião MA. Promoção da saúde e seus fundamentos: determinantes sociais de saúde, Ação intersetorial e politicas públicas. In: Saúde Coletiva Teoria e Prática. Jairnilson Silva Paim e Naomar Almeida Filho (org). 1ª edição. Rio de Janeiro Medbook, 2014. p. 305-326.
Greer SL et al. Towards intersectoral governance: lessons learned from health system governance. Public Health Panorama, vol 1, 111-204, 2015.
Leppo K. Health in All Policies Seizing opportunities, implementing policies. Ministry of Social Affairs and Health, Finland, 2013.
Euro. Resolution: Health 2020 ”“ the European policy framework for health and well-being, Regional Committee for Europe, 62nd session, Malta, EUR/RC62/R4; 2012.
World Health Organization. Bangkok charter for health promotion in the a globalized world. Geneve: WHO; 2005. Available from: http://www.who.int/healthpromotion/conferences/6gchp/hpr_050829_%20BCHP.pdf
Garret L. The challenge of global health. Foreign Affairs: January-February 2007.
Bloom DE. Governing global health. Finance & Development, v.44, n.4, 2007.
Birn AE, Pillay Y, Holtz TH. International Health Agencies. In: Textbook of International Health. Oxford, 3r. ed., p.62-3. 2009.
Gostin LO, Mok EA. Grand challenges in global health governance. Brit. Med. Bull., v.90, p.7-18, 2009.
Ferrão J. As condições sociais de funcionamento da política pública de ordenamento do território. Programa de investigação apresentado no âmbito de provas de habilitação para o exercício de funções de coordenação científica. Lisboa: Universidade de Lisboa, 2010.
Monteiro et al. Saúde e Governança em Portugal Avaliação do contributo do XIX Governo Constitucional para o fortalecimento de práticas de Boa Governança na área da Saúde (2011-2015). Instituto de Formação e consultoria. Centro de Administração e Políicas Públicas. 1ª Edição, 2015.
Fischer T. Gestão contemporânea, cidades estratégicas: aprendendo com fragmentos e reconfigurações do local. In: FISCHER T. (Organizadora.). Gestão estratégica: cidades estratégicas e organizações local. Rio de Janeiro: FGV, 1996.
Fleury S. Democracia e inovação na gestão local da saúde. 2014. Editora Fiocruz/Centro Brasileiro de Estudos de Sáude, Rio de Janeiro: 477p. ISBN: 9788588422179.
Firmino S. Política de compensação dos desequilíbrios territoriais e governança na União Européia: um exemplo de multi-level governance. In: XIII Congreso Internacional del CLAD sobre la Reforma del Estado y de la Administración Pública, Buenos Aires, Argentina, nov. 2008, p. 4 ”“ 7.
Carvalho G. A saúde pública no Brasil. Estudos Avançados. 2013; 27 (78), 7-26.
Milani C, Solinís G. Pensar a democracia na governança mundial: algumas pistas para o futuro. In: Milani C, Arturi C, Solinís G, organizadores. Democracia e governança mundial: que regulações para o século XXI? Porto Alegre: Universidade/UFRGS/Unesco, 2002. p. 266-291.
United Nations Development Program. Governance for sustainable human development. Disponível em: http://mirror.undp.org/magnet/policy/. Acesso em: setembro de 2018.
United Nations Development Program. Reconceptualizing governance. Discussion paper n. 2. New York: UNDP, 1997b.
Rosenau JN. Governança, Ordem e Transformação na Política Mundial. In: Rosenau JN, Czempiel E. Governança sem governo: ordem e transformação na política mundial. Brasília: Ed. Unb e São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2000. pp. 11-46.
Santos MHC. Governabilidade, Governança e Democracia: Criação da Capacidade Governativa e Relações Executivo-Legislativo no Brasil Pós-Constituinte. Revista de Ciências Sociais. Rio de Janeiro, volume 40, nº 3, 1997. pp. 335-376.
Bevir M. Governança democrática: uma genealogia. Revista de Sociologia e Política. 2011; 19 (39), 103-114.
Kickbusch I, Gleicher D. Governança para a saúde no século XXI. Organização Mundial da Saúde 2012.
Benko G, Lipietz A, editores. Les régions qui gagnent, districts et réseaux: les nouveaux paradigmes de la géographie économique. Paris: PUF, 1992.
Klein JL. “Les mobilisations territorialisées et le développement local: vers un nouveau mouvement social?” Économie et Solidarité. 1996; 28, 1: 31-43.
Héritier A, Lehmkuhl D. Governando à sombra da hierarquia novos modos de governança na regulação. In: Héritier A., Rhodes M. (eds) Novos Modos de Governança na Europa. Estudos Palgrave em Política da União Europeia. Palgrave Macmillan, Londres, 2011.
Held D, Koenig-Archibugi M. Global governance and public accountability. London: Blackwell Publishing, 2005.
Keohane R, Grant R. Accountability and abuses of power in world politics. American Political Science Review. 2015, vol. 99, n. 1, p. 1-15.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2020 Revista Eletronica Gestão & Saúde

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-SinDerivadas 4.0.
Declaro que el presente artículo es original y que no ha sido sometido a publicación en ninguna otra revista, ya sea nacional o internacional, ni en parte ni en su totalidad. Declaro, además, que una vez publicado en la Revista Gestión & Salud, editada por la Universidad de Brasilia, el mismo no será sometido por mí ni por ninguno de los demás coautores a ningún otro medio de divulgación científica.
Por medio de este instrumento, en mi nombre y en nombre de los demás coautores, si los hubiere, cedo los derechos de autor del referido artículo a la Revista Gestión & Salud y declaro estar consciente de que el incumplimiento de este compromiso someterá al infractor a las sanciones y penas previstas en la Ley de Protección de Derechos de Autor (Nº 9609, del 19/02/98).
Revista Eletrônica Gestão & Saúde está licenciado com uma Licença