USO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PELO PODER PÚBLICO COM FINALIDADE DE INVESTIGAÇÃO ADMINISTRATIVA: FUNDAMENTOS DO USO COMPARTILHADO DE DADOS E COMPARAÇÃO COM A HERRAMIENTA DE LUCHA CONTRA EL FRAUDE ESPANHOLA

Auteurs-es

DOI :

https://doi.org/10.26512/2357-80092025e46281

Mots-clés :

Compartilhamento de Dados Pessoais, Direito Comparado, Eficiência Administrativa, Investigação à Fraude, Interoperabilidade

Résumé

O presente ensaio parte da discussão sobre o avanço do uso de sistemas de Inteligência Artificial no âmbito da administração pública, observando as nuances do compartilhamento de dados pessoais por entes públicos, especialmente no tocante à investigação administrativa. Objetivou-se, assim, estabelecer parâmetros de usabilidade de sistemas de inteligência artificial nesse escopo, utilizando como parâmetro a Herramienta de Lucha contra el Fraude do ordenamento espanhol, bem como intentou-se compreender o panorama técnico-jurídico de compartilhamento e interoperabilidade de dados pessoais nos respectivos ordenamentos, e consignar a delimitação conceitual de inteligência artificial e estado da arte da discussão sobre o uso ético de tais sistemas. Ao fim, conclui-se pela necessidade de alinhamento do uso de IA com finalidade investigativa com o sistema de Governança em compartilhamento de dados entre órgãos públicos. Sugere-se a amplificação de estudos que analisem a forma de interoperabilidade de dados no Poder Público sob o prisma constitucional de proteção de dados pessoais, identificando a vulnerabilidade do administrado frente à Administração e assimetria informacional. 

Biographies de l'auteur-e

  • Luis Henrique de Menezes Acioly, Centro Universitário Ruy Barbosa

    Pós-Graduando em Direito Digital (especialização) junto ao Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS) e Centro de Estudos e Pesquisas no Ensino do Direito (CEPED) da UERJ. Graduado em Direito pelo Centro Universitário Ruy Barbosa - UniRuy. Coordenador de Pesquisa do Grupo de Estudos em Tecnologia, Informação e Sociedade - GETIS/CNPq. Advogado.Técnico em Química pelo Instituto Federal da Bahia (IFBA). Foi estagiário de graduação junto a Advocacia Geral da União, com atuação na Procuradoria Federal na Bahia (PF/BA). Foi representante de colegiado discente junto ao Centro Universitário Ruy Barbosa. Tem experiência na área do Direito, especialmente em Direito Privado, atuando interdisciplinarmente em direito civil, direito das obrigações, direito dos contratos, direitos fundamentais, Lei Geral de Proteção de Dados e compliance, metodologia de pesquisa em direito, direitos sociais, direito digital e novas tecnologias, regulação responsiva e regulação da inteligência artificial.

  • Jéssica Hind Ribeiro Hind Ribeiro Costa, Universidade Federal da Bahia

    Doutora e mestra em Direito das Relações Sociais e Novos Direitos pela Universidade Federal da Bahia. Pós-Doutora em Desigualdades Globais e Justiça Social (FLCSO-UNB). Advogada. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4273923443021895. Orcid: https://orcid.org/0000-0003-4640-3318. Email: jessicahindribeiro@gmail.com.

  • Alice de Azevedo Magalhães, Universidade Federal da Bahia

    Graduanda em Direito pela UFBA, Presidente do LABID² - UFBA, pesquisadora de iniciação científica PIBIC-CNPq. Curriculo Lattes: http://lattes.cnpq.br/3173151564719542. Orcid: https://orcid.org/0000-0001-7487-1149. E-mail: aliceazmagalhaes@gmail.com.

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Revista Direito.UnB |Janeiro – Dezembro, 2025, V. 9, N. 1

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Publié

2025-12-31