Narrativas Artesãs em andanças compartilhadas pelo Sul: sinalizadores de Turismo-Trama-Ecossistêmica
DOI:
https://doi.org/10.26512/rev.cenario.v13i1.56709Palabras clave:
Turismo-Trama-Ecosistémica, Artesania, Narrativas, Epistemologías del Sur, Experiencia PoéticaResumen
Este artículo tiene como objetivo reflexionar sobre los signos del Turismo-Trama-Ecosistémica, a partir de narrativas artesanales compartidas con Teca, poeta de la vida cotidiana, en caminatas por las calles de Caxias do Sul/RS. La producción es guiada por las perspectivas: Ciencia Holística, Compleja y Ecosistémica, en el que también están presentes en la propuesta epistemológica Artesania, aquí asociada a la producción de narrativas, y en la comprensión del Turismo-Trama-Ecosistémica. Los aspectos metodológicos se componen de la Cartografía del Conocimiento, estrategia metodológica guiada por cinco caminos: Dimensión Subjetiva, Trama Teórico-Conceptual-Bibliográfica, Dimensión Intuitiva de la Investigación y Trama del Hacer. La experiencia poética de la Teca está guiada por la producción de mensajes genuinas utilizando recursos reciclables, las mensajes se difunden por las calles de la cuidad durante las caminatas. A partir de la experiencia, fue posible reflexionar sobre los signos del Turismo-Trama-Ecosistémica, destacando que muestran la necesidad de considerar el trama-ecosistémica en los procesos turísticos, reconociendo su potencial para el desarrollo de una práctica guiada por la lógica de valorar el todo.
Referencias
Acosta, A (2016). O bem viver. Uma oportunidade para imaginar outros mundos. São Paulo: Elefante.
Baptista, M. L. C. (2014). Cartografia de saberes na pesquisa em Turismo: proposições metodológicas para uma Ciência em Mutação. Rosa dos Ventos, 6(3), 342-355.
Baptista, M. L. C. (2020). “Amar la trama más que el desenlace!”: Reflexões sobre as proposições Trama Ecossistêmica da Ciência, Cartografia dos Saberes e Matrizes Rizomáticas, na pesquisa em Turismo. Revista de Turismo Contemporâneo, 8(1), 41-64. https://doi.org/10.21680/2357-8211.2020v8n1ID18989
Baptista, M. L. C. (2021). O Avesso do Turismo como proposição de sinalizadores para o Futuro. Reflexões ecossistêmicas sobre entrelaçamentos e processualidades do avesso das desterritorializações turísticas em seus saberes e fazeres. Cenário: Revista Interdisciplinar em Turismo e Território, 9(3), 258-271. https://doi.org/10.26512/revistacenario.v9i3.34894
Baptista, M. L. C. (2022). (Auto)Transpoiese em Narrativas de Viagens. A transmutação subjetiva e ecossistêmica na reinvenção de universos existenciais em movimento. In Soster, D. A., & Passos, M. Y. (Orgs.), Narrativas de Viagem 2: Percursos que transformam (pp. 257-271). Santa Cruz do Sul: Editora Catarse.
Baptista, M. L. C., & Eme, J. B. (2023). Estratégias de ‘sobre-vivência’ metodológica na viagem investigativa para a ciência no mundo novo: Dimensão trama, cartografia dos saberes e matrizes rizomáticas. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, 18(00), 1-32. https://doi.org/10.21723/riaee.v18i00.18206
Capra, F. (1997). A teia da vida: uma nova compreensão científica dos sistemas vivos. São Paulo: Cultrix.
Crema, R. (1989). Introdução à Visão Holística. São Paulo: Summus.
Deleuze, G., & Guattari, F. (1995). Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia. Rio de Janeiro: Ed. 34.
Eme, J. B. (2016). Narrativas Artesãs: sinalizadores para o Jornalismo Amoroso. Aproximação com a Tribo Urbana de Artesãos de Rua em Caxias do Sul, RS. 2016. 137 f. Monografia de graduação não-publicada, Bacharelado em Comunicação Social – Jornalismo, Universidade de Caxias do Sul. Caxias do Sul, Brasil.
Eme, J. B., & Baptista, M. L. C. (2021). Jornalismo Literário Avançado e Narrativas Artesãs: sinalizadores para a pesquisa em Turismo. Revista Observatório, 7(1), 1-16. https://doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2021v7n1a15pt
Eme, J. B., & Baptista, M. L. C. (2022). The reverse side of tourism in the craftsmanship of “com-verse”. Journal of Social Sciences: Transformations & Transitions (JOSSTT), 2(4), 166-179. https://doi.org/10.52459/josstt24180422
Federici, S. (2017). Calibã e a bruxa. Mulheres, corpo e acumulação primitiva. São Paulo: Elefante.
Harvey, D. (2004). O novo imperialismo. São Paulo: Edições Loyola.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2023). Cidades. Caxias do Sul: Panorama [Versão Eletrônica]. Acessado em 25 de julho de 2023 de https://cidades.ibge.gov.br/brasil/rs/caxias-do-sul/panorama.
Maturana, H. (1988). Ontología del conversar. Revista Terapia Psicológica, 7(10), 1-14.
Maturana, H. (1998). Emoções e linguagem na educação e na política. Belo Horizonte: UFMG.
Maturana, R. H., & Varela, F. J. (1997). De máquinas e seres vivos: autopoiese e a organização do vivo. (3ed.). Porto Alegre: Artes Médicas.
Morin, E. (2005). Ciência com consciência. (8ª ed.). Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.
Portella, L. (28 jun., 2023). Caxias do Sul é a cidade que mais cresceu em número de habitantes no RS [Versão Eletrônica]. Pioneiro. Acessado em 25 de julho de 2023 de https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/geral/noticia/2023/06/caxias-do-sul-e-a-cidade-que-mais-cresceu-em-numero-de-habitantes-no-rs-cljfrgybe001i0156eu67pi0l.html.
Rolnik, S. (2006). Cartografia sentimental: transformações contemporâneas do desejo. São Paulo: Estação Liberdade.
Santos, B. de S. (2002). Produzir para viver: os caminhos da produção não capitalista. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.
Santos, B. de S. (2019). O fim do império cognitivo: a afirmação das epistemologias do Sul. São Paulo Autêntica.
Silva, R. de L. da, & Baptista, M. L. C. (2023). Narrativas e ‘Com-versações’ de Favela: Dispositivos sensíveis e complexos para Viagens Investigativas em Turismo. Revista Hipótese, 9(00), 1-29. https://doi.org/10.58980/eiaerh.v9i00.427
Yázigi, E. (2001). A alma do lugar: turismo, planejamento e cotidiano em litorais e montanhas. São Paulo: Contexto.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Cenário: Revista Interdisciplinar em Turismo e Território

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.

