Coreografías didácticas institucionales y calidad de la enseñanza
DOI:
https://doi.org/10.26512/lc.v25.2019.24586Palabras clave:
Coreografía, Ambientes de aprendizaje, Educación Superior, Docencia universitaria, Enseñanza-AprendizajeResumen
Enseñar es “the intencional arrangement of situations in which apropiate learning will occur” (Menges,1997). Partiendo de ese principio, muchas de las miradas y de las prácticas educativas han ido cambiando el foco, trasladando el protagonismo de lo que el docente decía o hacía a lo que los estudiantes hacen en ambientes de aprendizaje especialmente preparados para enriquecer su experiencia y orientar su aprendizaje. Las coreografías, metáfora tomada del mundo de la danza (Oser y Baeriswyl, 2001) forman parte de esas nuevas miradas sobre la enseñanza. Con una arquitectura simple, las coreografías contienen 4 componentes básicos: anticipación, coreografía externa, coreografía interna y producto. El presente artículo trata de situar el concepto de coreografía en el contexto de estas nuevas miradas sobre la docencia universitaria y se centra, sobre todo, en las coreografías institucionales, sobre las que se presenta un modelo de análisis basado en 9 variables: las tres básicas de toda docencia (docente, estudiante, contenidos); otras tres referidas a las características de organización interna de los tres elementos básicos de la docencia mencionados (relaciones entre los docentes; relaciones entre los estudiantes; relaciones entre los contenidos); y, finalmente, otras tres variables referidas a la relación de cada uno de esos elementos con los otros dos: relaciones entre profesores y estudiantes; relaciones entre estudiantes y contenidos; relaciones entre profesores y contenido.
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