La educación ambiental como estrategia de mitigación de la erosión lluvia en mozambique: estudio de caso barrio 21 de abril municipio de massinga
DOI:
https://doi.org/10.26512/2236-56562025e55245Palabras clave:
Barrio 21 de Abril, Educación Ambiental, Erosión Lluvia, Impactos.Resumen
La erosión pluvial es la sedimentación de materia bajo la influencia de la precipitación que influye en el proceso de desgaste, transporte y deposición en zonas de baja altitud. La investigación tiene como objetivo general analizar el nivel de vulnerabilidad a la erosión pluvial en el barrio 21 de Abril, teniendo en cuenta la escala de vulnerabilidad de las unidades territoriales básicas, propuesta por Crepane et. Alabama. (2001). Este barrio es conocido por algunos incidentes relacionados, como la degradación del suelo, derrumbes de casas, destrucción de caminos de acceso y sedimentación de campos agrícolas. Para el estudio se aplicó la metodología descriptiva, asociada al método cartográfico para describir mejor la realidad, con ayuda del Software ArcGIS 10.8 y se elaboraron mapas de hipsometría, pendiente y suelo del barrio. Para una mejor descripción y caracterización del problema se aplicó el método bibliográfico. La investigación encuentra que el barrio 21 de Abril es moderadamente vulnerable a la erosión pluvial, y esto se debe a su variación de hipsometría de 77 m a 138 m, y la pendiente que varía del 0,00% al 28,64% y el tipo de suelo que es susceptible. Compactación e infiltración de agua. Por lo tanto, la educación ambiental informal puede usarse para aumentar la conciencia comunitaria a través de los medios de comunicación para actualizar las áreas de riesgo, y la educación no formal permitiría concientizar y movilizar a las familias para la reforestación de áreas no cubiertas por vegetación, con plantas que no sean exigentes con el agua y nutrientes.
Descargas
Traducciones de este artículo.
Citas
ANA – Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico. Atlas da Erosão no Brasil. Brasília: ANA, 2018. Disponível em: https://www.ana.gov.br/.
BRASIL. Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA). Resolução n.º 001, de 23 de janeiro de 1986. Dispõe sobre critérios básicos e diretrizes gerais para a avaliação de impacto ambiental. Diário Oficial da União: Brasília, DF, 17 fev. 1986.
BRENCHLEY, P. J. Geology: An Introduction to Physical Geology. 3. ed. New York: Wiley, 2007.
CARVALHO, A. F. Impactos geomorfológicos na formação de ravinas. São Paulo: Editora Acadêmica, 2020.
CARVALHO, I. Educação Ambiental: pesquisa e desafios. Porto Alegre: Artmed, 2001. p. 17-44.
CREPANI, E.; MEDEIROS, J. S.; AZEVEDO, L. G.; HERNANDEZ FILHO, P.; FLORENZANO, T. G.; DUARTE, V. Curso de sensoriamento remoto aplicado ao zoneamento ecológico-econômico. São José dos Campos: INPE, 2001. 18 p. (INPE-6145-PUD/028).
CRESPO, S. Educar para a sustentabilidade: a educação ambiental no programa da agenda 21. In: NOAL, F.O.; REIGOTA, M.; BARCELOS, V.H.L. (Orgs.). Tendências da educação ambiental brasileira. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 1998. p. 211-225.
EMBRAPA. Manual de Conservação do Solo e da Água. 2. ed. Brasília: Embrapa Solos, 2020.
FAO. Status of the World’s Soil Resources (SWSR) – Main Report. Rome: Food and Agriculture Organization of the United Nations, 2019.
FERREIRA, J. A. Erosão do solo e sustentabilidade ambiental: práticas de recuperação de áreas degradadas. 1. ed. Porto Alegre: Editora Universitária, 2012.
FREIRE, P. Conscientização: teoria e prática da libertação: uma introdução ao pensamento de Paulo Freire. São Paulo: Cortez & Moraes, 1979.
GADOTTI, M. Ecopedagogia, Pedagogia da Terra, Pedagogia da Sustentabilidade, Educação Ambiental e Educação para a Cidadania Planetária. São Paulo: Instituto Paulo Freire, 2009. Disponível em: acervo.paulofreire.org. Acesso em: 11 abr. 2026
HUDSON, N. W. Soil Conservation. 3. ed. Ithaca: Cornell University Press, 1995.
INE – INSTITUTO NACIONAL DE ESTATÍSTICA. Anuário estatístico da província de Inhambane 2017. Maputo: INE, 2017.
INSTITUTO NACIONAL DE GESTÃO E REDUÇÃO DO RISCO DE DESASTRES (INGD). Relatório anual de gestão de risco de desastres 2022. Maputo: INGD, 2022.
INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA (INAM). Dados climatológicos da província de Inhambane referentes ao período de 2015. Maputo: INAM, 2015
INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA (INAM). Dados climatológicos da província de Inhambane referentes ao ano de 2020. Maputo: INAM, 2020.
IPCC. Climate Change 2021: The Physical Science Basis. Contribution of Working Group I to the Sixth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change. Cambridge: Cambridge University Press, 2021.
LAYRARGUES, P. L.; LIMA, G. F. DA C. As macrotendências político-pedagógicas da educação ambiental brasileira. 2014.
LIMA, M. P. Educação Ambiental no Brasil: Formação, Identidades e Desafios. Campinas, SP: Papirus, 2011.
LIMA, M. P. A dinâmica dos processos erosivos e sua relação com o relevo. Rio de Janeiro: Ciência e Tecnologia, 2017.
MACIE, O. A. A.; FREITAS, E. D. Características da estação chuvosa em Moçambique e probabilidade de ocorrência de períodos secos. 2016.
MAIA, J. S. DA S. Educação ambiental crítica e formação de professores: construção coletiva de uma proposta na escola pública. 2011.
MAIA, J. S. S.; TEIXEIRA, L. A.; NEVES, J. P.; FESTOZO, M. B.; SIERRA, D. F. M. Construindo a cidadania na integração universidade e escola através da Educação Ambiental crítica. In: Vi Congresso Ibero-Americano De Educação Ambiental, 2009, San Clemente de Tuyú. v. Único. Disponível em: http://www.6iberoea.ambiente.gov.ar/files/Talleres2/ambitos_universitarios/Sobral_da_Silva_y_otros.pdf.
MENDES, P. R. O solo e suas variações no contexto geológico. 2. ed. Lisboa: Editora Acadêmica, 2014.
MORGAN, R. P. C. Soil Erosion and Conservation. 3. ed. Oxford: Blackwell Publishing, 2005.
MUCHANGOS, A. DOS. Moçambique: paisagens e regiões naturais. 1999.
OLIVEIRA, J. R. Clima e processos erosivos: uma análise das variações climáticas e suas consequências. Curitiba: Editora do Conhecimento, 2018.
RODRIGUES, L. S. A vegetação e sua influência sobre a erosão do solo. Porto: Rafia e Natureza, 2019.
SANTOS, A. G.; SANTOS, C. A. P. A inserção da educação ambiental no currículo escolar. Revista Monografias Ambientais - REMOA, v. 15, 2016. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/remo/article/view/27089.
SANTOS, A. L. Fundamentos de Geologia: Introdução ao estudo da Terra. 4. ed. São Paulo: Editora Universitária, 2015.
SAVIANI, D. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. SP, 2005.
SILVA, F. P. Ecologia e vegetação: uma visão integrada. Belo Horizonte: UFMG, 2004.
SILVA, M. A.; OLIVEIRA, J. F.; CARVALHO, R. S. Modelagem da erosão pluvial com uso de geotecnologias e o modelo RUSLE. Revista Brasileira de Geografia Física, v. 13, n. 4, p. 1789-1805, 2020.
SOBRAL, M.; RIBEIRO, T. Educação Ambiental: Princípios e Práticas para a Sustentabilidade. São Paulo: Editora XYZ, 2020.
SOUZA, M. H. Geografia e conservação ambiental: impacto da erosão no ambiente urbano. 3. ed. Rio de Janeiro: Editora Ambiental, 2016.
STERLING, S. Sustainable education: re-visioning learning and change. Bristol, UK: Green Books, 2001.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Revista Espacio y Geografía

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.