Glosas sobre um "flâneur" confesso - miradas benjaminianas na "Crônica de Petersburgo"
DOI:
https://doi.org/10.26512/cerrados.v31i58.41273Palabras clave:
Literatura russa. Dostoiévski. Folhetins. Flâneur. Limiaridade.Resumen
Este ensaio pretende examinar um dos quatro folhetins assinados por Dostoiévski e publicados em 1847, por meio dos quais este escritor assume um confesso papel de um flâneur na São Petersburgo czarista e revela uma crônica ensaística à altura de sua originalidade como pensador e visionário, ao traçar croquis de tipos da sociedade russa e criar com o leitor intimidade suficiente para suscitar desassossegos sociais e metafísicos. Propõe-se, também, a flagrar o narrador flâneur sob a mirada de Walter Benjamin e interpelar este caminhante-folhetinista sobre a fragilidade da existência e o hiato entre o sujeito histórico e o sujeito sonhador.
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