NEODESENVOLVIMENTISMO, MEGA-EMPREENDIMENTOS, DESTERRITORIALIZAÇÃO E RESISTÊNCIA CAMPONESA O CASO DO COMPLEXO INDUSTRIAL - PORTUÁRIO DO AÇU EM SÃO JOÃO DA BARRA (RJ).

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Marcos Antônio PEDLOWSKI

Résumé

A estratégia de apostar na exportação de commodities agrícolas e minerais para alavancar um novo surto de desenvolvimento econômico já possui várias facetas conhecidas. Uma delas é a crescente dependência da balança comercial brasileira em relação à exportação de um número cada vez menor de produtos agrícolas, com especial destaque para a soja. Por sua vez, a aposta
no que alguns autores estão chamando de “reprimarização” da economia brasileira é um evidente abandono do programa federal de reforma agrária. Assim, como mostram os números divulgados pelo próprio Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), o desempenho do governo da presidente Dilma Rousseff na criação de novos assentamentos é equiparado aos níveis abissais
que ocorreram durante o curto mandato de Fernando Collor. Entretanto, existem repercussões que embora estejam acontecendo de maneira mais discreta, implicam em grandes dificuldades para a manutenção da agricultura familiar nas áreas que são escolhidas para alojar uma série de megaempreendimentos que misturam estruturas portuárias e plantas industriais.


*Este resumo foi gerado pela equipe editorial a partir de trechos copiados do texto, considerando que no presente momento em que a edição foi publicada a apresentação de resumo não fazia parte das normas da revista.

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Comment citer
PEDLOWSKI, M. A. (2013). NEODESENVOLVIMENTISMO, MEGA-EMPREENDIMENTOS, DESTERRITORIALIZAÇÃO E RESISTÊNCIA CAMPONESA: O CASO DO COMPLEXO INDUSTRIAL - PORTUÁRIO DO AÇU EM SÃO JOÃO DA BARRA (RJ). BOLETIM DATALUTA, 6(68). Consulté à l’adresse https://periodicostestes.bce.unb.br/index.php/BD/article/view/54007
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