[1]
“A materialidade do simbólico: marcadores territoriais, marcadores identitários angolanos (1880-1950)”, Textos de História, vol. 12, nº 1-2, p. 9–42, dez. 2009, Acesso em: 7º de janeiro de 2026. [Online]. Disponível em: https://periodicostestes.bce.unb.br/index.php/textos/article/view/27862