A ARTE DE FAZER HISTÓRIA. GEORGES DUBY (1919-1996)
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GEORGES DUBYResumen
No inverno de 1996, por ocasião da morte de Georges Duby, Jacques Le Goff, em depoimento ao jornal Le Monde, expressou com emoção o "choque pela perda vertiginosa" daquele que foi "o maior medievalista da segunda metade do século XX". Emblema mesmo da historiografia francesa destas últimas cinco décadas, Duby, admirador de Michelet e discípulo fiel de Bloch e de Febvre, personificou como nenhum outro historiador o movimento de renovação metodológica que passou a definir o "fazer História" na França desde a criação dos Annales.