Infecções do trato urinário associadas ao uso de sonda vesical de demora:
prevalência e susceptibilidade microbiana
Resumen
O uso de sonda vesical de demora na unidade de terapia intensiva é comumente empregado predispondo os usuários a adquirirem Infecções do Trato Urinário. A antibioticoterapia reduz a incidência de bacteriúria nos primeiros dias de sondagem, mas quando esta utilização é prolongada pode levar ao aparecimento de microrganismos multirresistentes. Desta forma, o objetivo do trabalho foi avaliar a prevalência e perfil de sensibilidade de microrganismos em infecções do trato urinário associados ao uso de sonda vesical de demora. Trata-se de um estudo desenvolvido junto ao Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) por meio de informações registradas nas fichas de notificação de infecção e vigilância de pacientes clínicos e cirúrgicos. Foram encontrados 11 pacientes com infecção do trato urinário relacionado à SVD, sendo 73,0% GRAM negativos e 27,0% de leveduras não candidas. Os antimicrobianos mais utilizados foram as cefalosporinas de 3a geração (73,0%), os carbapenens (54,5%) e os glicopeptídeos (45,5%). Os agentes etiológicos que apresentaram resistência aos antimicrobianos foram o Acinetobacter sp, Pseudomonas luteola e a Enterobacter sp. Diante do exposto se faz necessária a educação continuada para a equipe de saúde, ressaltando a importância do uso racional dos antimicrobianos para evitar o aparecimento de microrganismos multirresistentes e promover a cura do paciente.
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