“EM BRIGA DE MARIDO E MULHER, NÃO SE METE A COLHER?”

ANÁLISE DA VIOLÊNCIA BASEADO NO GÊNERO E O PAPEL DO SETOR SAÚDE

Autores/as

  • Luís Paulo Sousa e Sousa Universidade Federal de Minas Gerais
  • Danillo Mendes Pinto Coelho Complexo Damásio de Jesus, São Paulo ”“ SP, Brasil
  • Antônia Gonçalves de Souza Faculdades Integradas Pitágoras de Montes Claros
  • Rosana Franciele Botelho Ruas
  • Tamara Figueiredo Instituto Nacional do Câncer ”“ INCA
  • Deivite Danilo Ferreira Alcântara Instituto Nacional do Câncer ”“ INCA
  • Carla Silvana de Oliveira e Silva Universidade Estadual de Montes Claros

Resumen

Este trabalho objetivou fazer uma reflexão acerca da violência baseada no gênero, suas implicações na vida das vítimas e o papel do setor saúde no manejo dos casos. Trata-se de uma abordagem reflexiva da literatura, que incluiu artigos de periódicos eletrônicos, publicados nos anos de 2006 a 2012, estes estavam indexados na LILACS, Scielo, MEDLINE, e disponíveis na íntegra. Também foram consultados livros-textos de especialistas da área das ciências criminais. Os atos cometidos contra as mulheres podem ser classificados como crime passional, aquele movido pela paixão, e sentimentos, muitas vezes, exacerbados e incontroláveis, desencadeiam atos violentos, entre eles o ódio e ciúmes. Nota-se que a mulher que sofre tal agressão evita denunciar e se isola dos sistemas de apoio, o que a torna ainda mais dependente do seu agressor, surgindo com maior frequência o sentimento de temor que paralisa e impede a mulher de buscar ajuda. O setor saúde, por ter como objetivo a promoção da autonomia das mulheres, estimulando-as a responsabilizar-se por seus próprios cuidados e assumindo seus direitos e responsabilidades, tem papel importante no acolhimento das mesmas. É de fundamental importância que os profissionais desses setores acolham, deem continuidade ao trabalho educativo de estimular a mulher a exercer a sua autonomia.

Biografía del autor/a

  • Luís Paulo Sousa e Sousa, Universidade Federal de Minas Gerais

    Mestrando pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte ”“ MG, Brasil.

  • Danillo Mendes Pinto Coelho, Complexo Damásio de Jesus, São Paulo ”“ SP, Brasil

    Advogado, Pós-Graduando em Ciências Criminais pelo Complexo Damásio de Jesus, São Paulo ”“ SP, Brasil

  • Antônia Gonçalves de Souza, Faculdades Integradas Pitágoras de Montes Claros

    Discente do Curso de Graduação em Psicologia das Faculdades Integradas Pitágoras de Montes Claros, Montes Claros ”“ MG, Brasil.

  • Rosana Franciele Botelho Ruas

    Mestranda pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte ”“ MG, Brasil.

  • Tamara Figueiredo, Instituto Nacional do Câncer ”“ INCA

    Enfermeira, Residente pelo Instituto Nacional do Câncer ”“ INCA, Rio de Janeiro ”“ RJ, Brasil.

  • Deivite Danilo Ferreira Alcântara, Instituto Nacional do Câncer ”“ INCA

    Enfermeiro do Instituto Nacional do Câncer - HC1, Rio de Janeiro ”“ RJ, Brasil.

  • Carla Silvana de Oliveira e Silva, Universidade Estadual de Montes Claros

    Enfermeira, Doutora em Ciências. Docente do Departamento de Enfermagem da Universidade Estadual de Montes Claros, Montes Claros ”“ MG, Brasil.

Número

Sección

Artigos de Pesquisa