ENTREVISTA: Binário Armada

Autores

  • Ana Avelar Universidade de Brasília
  • Marcella Imparato Universiddade de São Paulo

Resumo

Binário Armada é o nome artístico de Gil Duarte, artista cearense erradicado em São Paulo, cuja produção é marcada pela mistura de elementos das artes ditas populares e Indígena com materiais do cotidiano. Em 2020, o artista foi selecionado
para a 15ª edição Bienal Naïfs do Brasil, realizada pelo Sesc São Paulo, na unidade de Piracicaba, com curadoria de Ana Avelar e Renata Felinto. Desse encontro, surgiu a possibilidade de convidá-lo para realizar uma entrevista por escrito, reportada neste artigo, trazendo a diversidade de fontes e o imaginário complexo do artista.

Biografia do Autor

  • Ana Avelar, Universidade de Brasília

    Professora de Teoria, Crítica e História da Arte, na Universidade de Brasília (UnB), curadora e crítica
    de arte. É doutora em Artes Visuais pela Escola de Comunicação e Artes (ECA - USP). Como curadora,
    realizou mostras no Centro Cultural Banco do Brasil de Belo Horizonte - CCBB/BH e Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC/USP), entre outros. Participa de júris de prêmios nacionais, como Prêmio Select de Arte e Educação, Prêmio Pipa, Rumos Itaú Cultural e Marcantonio Vilaça. Em 2019, foi selecionada pelo Intercâmbio de Curadoras, promovido pela Associação Brasileira de Arte Contemporânea - ABACT em parceria com a Getty Research Institute.

  • Marcella Imparato, Universiddade de São Paulo

    Mestranda do Programa Interunidades em Estética e História da Arte da Universidade de São Paulo.
    Bolsista pela CAPES.

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Publicado

2022-10-31

Edição

Seção

Dossiê: Arte Indígena Contemporânea