Do moderno ao informal: contribuições para uma história da arte expressiva brasileira
DOI:
https://doi.org/10.26512/vis.v13i1.14481Resumo
Lourival Gomes Machado compreende o gesto como um denominador comum reúne períodos e produções díspares, pois revelaria a subjetividade do artista, esta concebida como resultado de uma poética pessoal aliada à mentalidade de uma época e lugar. Neste artigo, visa-se apresentar os contornos do pensamento crítico de Gomes Machado propondo que suas idéias constituem quase que uma história da arte expressiva brasileira, que se encontra dispersa em sua produção crítica.Referências
a Bienal de São Paulo. São Paulo: Museu de Arte Moderna, set.-dez., 1959.
ALVES, Andrea Cortes. Revista Renascença: a arte da academia e a fotografia na constituição do imaginário nacional. Trabalho de Iniciação Científica. FAPESP fev. 2009 ”“ jan. 2010. Orientador: Tadeu Chiarelli. ECA-USP.
ANDRADE, Mário. “Ensaio sobre Clóvis Graciano”. Em: Clóvis Graciano. São Paulo: Padilla Indústrias Gráficas S.A., 1975, p.15.
ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna: do Iluminismo aos movimentos contemporâneos. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
COCCHIARALE, Fernando e GEIGER, Anna Bella. Abstracionismo: geométrico e informal. A vanguarda brasileira nos anos cinqüenta. Rio de Janeiro: FUNARTE / Instituto de Artes Plásticas, 1987.
CHIARELLI, Tadeu. Um Jeca nos Vernissages: Monteiro Lobato e o desejo de uma arte nacional no Brasil. São Paulo, EDUSP, 1995.
____. “Lívio Abramo e a conciliação tensa de opostos”. Em: Matrizes do Expressionismo no Brasil: Abramo, Goeldi e Segall. Rio de Janeiro: Paço Imperial, São Paulo: Museu de Arte Moderna, 2000.
____. Pintura não é só beleza: a crítica de arte de Mário de Andrade. Florianópolis: Letras Contemporâneas, 2007.
COUTO, Maria de Fátima Morethy. “Mário Pedrosa, Ferreira Gullar e a abstração informal no Brasil”. Novos Estudos CEBRAP, n.58, nov.2000, p.203-213.
DUARTE, Paulo Sergio. “Modernos fora dos eixos”. Em: AMARAL, Aracy (org.). Projeto construtivo brasileiro na arte: 1950-1962. Rio de Janeiro: MAM, 1998.
FERNANDES, Ana Cândida Franceschini de Avelar. Por uma Arte Brasileira: modernismo, barroco e abstração expressiva na crítica de Lourival Gomes Machado. Tese (doutorado) em Artes. Escola de Comunicações e Artes. Universidade de São Paulo. 2012.
MACHADO, Lourival Gomes. Retrato da Arte Moderna do Brasil. São Paulo: Departamento de Cultura, 1947.
____.“Mário de Andrade, crítico de arte”. Habitat, n.21, pp.36-9, mar/abr. 1955.
____. “Ainda não é amanhã”. O Estado de São Paulo, Suplemento Literário, 15 dez. 1956.
____. “Fernando Lemos ”“ barroco”. Habitat, n.53, mar./abr.1959.
____. “Yolanda Mohalyi ”“ Transição e constância”. Habitat, n.52, jan./fev. 1959, p.48-9.
____. “A terra tremia”. Suplemento Literário, O Estado de S. Paulo, 24 jan. 1959.
____. “Bienal: novo e autêntico”. Suplemento Literário, O Estado de S. Paulo, 4 nov. 1961.
____. “Características do Barroco no Brasil”. Em: Revista do Instituto Histórico e Geográfico: Guarujá-Bertioga, n.11, ano 20, 1978.
MILLIET, Maria Alice. Mostra do Redescobrimento: Brasil 500 anos. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 2000.
PEDROSA, Mario. “A Bienal de cá pra lá”. Em: Política das artes: textos escolhidos I. Organização Otília Beatriz Fiori Arantes. São Paulo: Edusp, 1995.

