Emprego verde
aliado ou algoz da juventude brasileira?
Palabras clave:
Empleo verde, juventud, Trabajo, DesempleoResumen
Este artículo tiene como objetivo comprender la relación entre los jóvenes y el trabajo, como medida de alerta ante la crisis ambiental. Científicos de diferentes áreas coinciden en la urgencia de cambios económicos y relacionales tanto para la mitigación como para la adaptación a los efectos derivados del cambio climático. En esta realidad, la economía verde se inserta con la creación de oportunidades a través de empleos verdes. En el análisis de contenido de la “Guía global para la educación en empleos verdes: conectando la educación superior y las oportunidades verdes para la salud planetaria” de 2021 desarrollada por el Programa de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente y el Departamento Intersindical de Estadística y Estudios Socioeconómicos sobre “empleos verdes y sostenibles en Brasil” de 2022, se analizaron los datos para comprender en qué se diferencian estos trabajos del mercado laboral tradicional, siendo verdugos o aliados. Afectado por el desempleo estructural, hay un ejército de mano de obra joven disponible para cubrir estas vacantes, sin embargo, es fundamental comprender cómo se desarrollan estos empleos y cómo lo “verde” puede ser un aliado contra el desempleo y no el verdugo para la continuidad del proceso exploratorio.
Referencias
ABÍLIO, Ludmila Costhek. Uberização e juventude periférica. Desigualdades, autogerenciamento e novas formas de controle do trabalho. Novos Estudos - Cebrap, [S.L.], v. 39, n. 3, p. 579-597, nov. 2020.
ABRAMO, Helena Wendel. Estação juventude: conceitos fundamentais - ponto de partida para uma reflexão sobre políticas públicas de juventude. Brasília: Snj, 2014. 128 p. Secretaria Nacional de Juventude. Disponível em: https://www.ipea.gov.br/participacao/images/pdfs/participacao/politicas%20de%20juventude1.pdf. Acesso em: 05 dez 2022.
ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho? Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho. 16 ed. São Paulo: Cortez, 2015.
ANTUNES, Ricardo. Coronavírus: o trabalho sob o fogo cruzado. Edição eletrônica. São Paulo: Editora Boitempo, 2020.
ANTUNES, Ricardo. Trabalho e precarização numa ordem neoliberal. In: SOCIALES, Consejo Latinoamericano de Ciencias. La Ciudadania Negada: políticas de exclusión en la educación y el trabajo. Buenos Aires: Clacso, 2000. p. 35-48.
AREND, Sílvia Maria Fávero. REIS, Antero Maximiliano Dias dos. Juventude e restaurantes fast food: a dura face do trabalho flexível. Revista Katál, Florianópolis, v. 12, n. 2, p. 142-151, 2009.
BARDIN, Lawrence. Análise de conteúdo. São Paulo: Editora Martins Fontes, 1977.
BECK, U. Sociedade de Risco: rumo a uma outra modernidade. Tradução de Sebastião Nascimento. 2.ª Ed. São Paulo: Editora 34, 2011.
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. 6. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1999. (A era da informação: economia, sociedade e cultura). Tradução de Roseneide Venâncio Majer.
CASTRO, Mary Garcia. ABRAMOVAY, Miriam. Por um novo paradigma do fazer políticas: políticas de/para/com juventudes. Brasília: UNESCO, 2003.
CÔRTES, Diego Alves; CÔRTES, Thiago Alves; AKEGAWA, Rita de Cássia Dias. Economia verde: a economia do mundo sustentável. Psicologia e Saúde em Debate, Belo Horizonte, v. 5, n. 1, p. 40-40, 2019. UFMG. Disponível em: http://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/565/329. Acesso em: 15 dez. 2022.
DIEESE. Boletim Emprego em Pauta. 24. ed. São Paulo: Dieese, 2022. 5 p. Disponível em: https://www.dieese.org.br/boletimempregoempauta/2022/boletimEmpregoemPauta24.html. Acesso em: 15 dez. 2022.
DIEESE. Empregos verdes e sustentáveis no Brasil. São Paulo: Dieese, 2022. 26 p. Disponível em: https://www.dieese.org.br/outraspublicacoes/2022/empregosVerdesSustentaveisBrasil092022.html. Acesso em: 05 dez. 2022.
DIEESE. Sistema PED: pesquisa de emprego e desemprego no DF. 4. ed. São Paulo: Dieese, 2022. 20 p. (Ano 31). Boletim anual. Disponível em: https://www.dieese.org.br/boletimjuventude/2022/pedBoletimJuventudeBSB2022.html. Acesso em: 15 dez. 2022.
ERICKSON, E. H. Sociedade y adolescencia. 11.ed. México: Siglo Veinteuno, 1987.
GROPPO, Luís Antonio. Introdução à Sociologia da Juventude. Jundiaí: Paco Editorial, 2017.
GUIMARÃES, N. Trabalho: uma categoria-chave no imaginário juvenil. In: ABRAMO, H.; BRANCO, P. (Orgs.). Retratos da Juventude Brasileira: análise de uma pesquisa nacional. São Paulo: Perseu Abramo, 2004.
IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua: segundo trimestre de 2022. Brasília, 2022. 57 p. Disponível em: https://static.poder360.com.br/2022/08/desemprego-grupos-pand-2tri-12ago2022.pdf. Acesso em: 05 nov. 2022.
JEOLÁS, Leila Sollberger. LIMA, Maria Elena Melchiades Salvadego. Juventude e trabalho: entre "fazer o que gosta" e "gostar do que faz". Revista Mediações, Londrina, v. 7, n. 2, p. 35-62, 2002.
LEFF, Enrique (Org.). A complexidade ambiental. Tradução de Eliete Wolff. 2.ª Ed. São Paulo: Editora Cortez, 2010.
MARX, Karl. O capital: crítica da economia política. Livro I: o processo de produção do capital [1867]. São Paulo: Boitempo, 2013. Tradução de Rubens Enderle.
MIGUEL, Jean Carlos Hochsprung. A “meada” do negacionismo climático e o impedimento da governamentalização ambiental no Brasil. Sociedade e Estado, [S.L.], v. 37, n. 1, p. 293-315, abr. 2022. FapUNIFESP (SciELO).
MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 10ª ed. São Paulo, SP: HUCITEC, 2007.
NISHIMURA, Mari. ROWE, Debra. Global Guidance for Education on Green Jobs: connecting higher education and green opportunities for planetary health. Nairobi: United Nations Environment, 2021. 24 p. (United Nations Environment Programme – UNEP and US Partnership for Education for Sustainable Development. Disponível em: https://wedocs.unep.org/bitstream/handle/20.500.11822/35070/GGEGJ.pdf. Acesso em: 05 nov. 2022.
NOVAES, Regina. Os jovens de hoje: contextos, diferenças e trajetórias. In: ALMEIDA, Maria Isabel Mendes de; EUGENIO, Fernanda (Org.). Culturas jovens: novos mapas do afeto. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006. p. 105-120.
OIT. Empregos verdes: rumo ao trabalho decente em um mundo sustentável e com baixas emissões de carbono – mensagens políticas e principais constatações para gestores. Disponível em: https://www.ilo.org/wcmsp5/groups/public/---americas/---ro-lima/---ilo-brasilia/documents/publication/wcms_229627.pdf. Acesso em: 10 nov 2022.
SAITO, Kohei. O ecossocialismo de Karl Marx: capitalismo, natureza e a crítica inacabada à economia política. São Paulo: Boitempo, 2021.
SUGAHARA, Claudemir Ramos da Silva. Desenvolvimento sustentável e empregos verdes no Brasil. 2010. 98 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Mestrado em Economia Política, Puc Sp, São Paulo, 2010. Disponível em: https://tede2.pucsp.br/bitstream/handle/9134/1/Claudemir%20Ramos%20da%20Silva%20Sugahara.pdf. Acesso em: 07 dez. 2022.
WAUTIER, Anne Marie. O trabalho em perspectiva: identidade e subjetividade. Século XXI – Revista De Ciências Sociais, 2(2), 149–173, 2013. Disponível em: https://periodicos.ufsm.br/seculoxxi/article/view/7929. Acesso em: 25 jul. 2024.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Rocheli Koralewski, Luís Fernando Santos Corrêa da Silva

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.











