[1]
“A phrônesis, o herói e a pólis: os paradoxos de Hannah Arendt como leitora dos Antigos”, Rev. Bras. de Cienc. Pol., nº 16, p. 273–292, maio 2015, Acesso em: 7º de janeiro de 2026. [Online]. Disponível em: https://periodicostestes.bce.unb.br/index.php/rbcp/article/view/2243