“A phrônesis, o herói e a pólis: os paradoxos de Hannah Arendt como leitora dos Antigos” (2015) Revista Brasileira de Ciência Política, (16), p. 273–292. Disponível em: https://periodicostestes.bce.unb.br/index.php/rbcp/article/view/2243 (Acesso em: 7 janeiro 2026).