Pedagogical Innovation and Platformization of Teaching: critical notes
DOI:
https://doi.org/10.26512/lc30202452577Keywords:
Pedagogical Innovation, Teaching profession, Critical Theory of SocietyAbstract
The logic of algorithmic digital technology has entered the educational field in ways that intensify ties, networks, and connections. Under this dynamic, we hypothesize that the intensification of digital technology—under the guise of innovation and platform-based modulation—disrupts and impacts teaching work, revealing displacements in pedagogical relationships between teachers and students. Based on an analytical bibliographic review, we seek to reflect on whether the platformization of teaching can be regarded as pedagogical innovation. The results of the object’s immanent analysis indicate a tendency toward the emptying of meaning in such claims, as they emerge in contradiction. We thus conclude that both innovation and platformization stand in opposition to disruptive opportunities due to the prevailing practices of digital educational training.
References
Abílio, L. C., Amorim, H., & Grohmann, R. (2021). Uberização e plataformização do trabalho no Brasil: conceitos, processos e formas. Sociologias, 23(57), 26-56. https://doi.org/10.1590/15174522-116484
Adorno, T. W. (1995). Educação e emancipação. Paz e Terra.
Adorno, T. W. (2009). Dialética negativa. Zahar.
Barreto, R. (2018). Objetos como sujeitos: o deslocamento radical. Em G. M. S Ferreira, L. A. S. Rosado, & J. S. Carvalho. Educação e Tecnologia: abordagens críticas (pp. 124-159). SESES. https://ticpe.wordpress.com/wp-content/uploads/2017/04/ebook-ticpe-2017.pdf
Battestin, C., & Nogaro, A. (2016). Sentidos e Contornos da Inovação na Educação. HOLOS, 2, 357–372. https://doi.org/10.15628/holos.2016.3097
Beer, D. (2018). The Data Gaze: Capitalism, power and perception. SAGE Publications Ltd. https://doi.org/10.4135/9781526463210
Brasil. (2004). Lei 10.973 de 2 de dezembro de 2004 (Dispõe sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo). Presidência da República. Secretaria-Geral. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/lei/l10.973.htm
Brasil. (2016). Lei 13.243 de 11 de janeiro de 2016 (Dispõe sobre estímulos ao desenvolvimento científico, à pesquisa, à capacitação científica e tecnológica e à inovação e altera a Lei n. 10.973). Presidência da República. Secretaria-Geral. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13243.htm
Brasil. (2023). Lei 14.533 de 11 de janeiro de 2023 (Política Nacional de Educação Digital – PNDE). Presidência da República. Secretaria-Geral. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/lei/l14533.htm
Carrigan, M., & Jordan, K. (2021). Platforms and Institutions in the Post-Pandemic University: A Case Study of Social Media and the Impact Agenda. Postdigital Science and Education, 4, 354-372. https://doi.org/10.1007/s42438-021-00269-x
Comitê Gestor da Internet no Brasil. (2022). Educação em um cenário de plataformização e de economia de dados: parcerias e assimetrias. CETIC. https://cgi.br/media/docs/publicacoes/1/20221129114057/educacao_em_um_cenario_de_plataformiza%C3%A7ao_e_de_economia_de_dados_parcerias_e_assimetrias.pdf
Cunha, R., & Bianchetti, L. (2018). Verbete docência ubíqua. Em D. Mill (Org.). Dicionário de educação e tecnologias e de educação a distância (pp. 178-180). Papirus.
Dardot, P., & Laval, C. (2016). A nova razão do mundo: ensaio sobre a sociedade neoliberal. Boitempo.
Delgado, D. M. (2015). Inovação em educação na berlinda: da instrumentalização à emancipação. Linhas Críticas, 21 (46), 764-783. https://doi.org/10.26512/lc.v21i46.4725
Ferretti, C. J. (1995). A inovação na perspectiva pedagógica. Em W. E. Garcia (Coord.). Inovação educacional no Brasil: problemas e perspectivas (pp. 76-92). Autores Associados.
Gillespie, T. (2010). The Politics of Platforms. New Media & Society, 12 (3), 347-364. https://doi.org/10.1177/1461444809342738
Gruschka, A. (2008). Escola, didática e indústria cultural. Em A. Zuin, & F. A. Durão (Orgs.). A indústria cultural hoje (pp. 274-286). Boitempo.
Helmond, A. (2015). The platformization of the Web: Making Web data platform ready. Social Media + Society, 1(2). https://doi.org/10.1177/2056305115603080
Lastória, L. A. C., & Peres, H. (2023). Racionalidade, Educação e Sofrimento Psíquico: A pandemia da COVID-19 como marco temporal. Em A.A.S. Zuin. Relatório Científico Parcial FAPESP/ONU Ensino Remoto na Era da Computação Ubíqua: análise comparativa dos processos formativos de alunos universitários brasileiros e alemães em tempos de COVID-19 (pp. 135-163). FAPESP.
Lyon, D. (2018). Cultura da vigilância: envolvimento, exposição e ética na modernidade digital. Em F. Bruno, B. Cardoso, M. Kanashino, L. Guilhon, & L. Melgaço (Orgs.). Tecnopolíticas da vigilância: perspectivas da margem (pp. 151-180). Boitempo. https://medialabufrj.net/wp-content/uploads/2020/10/Tecnopoliticas-da-vigilancia_miolo_download.pdf
Michaelis. (2023). Dicionário brasileiro da Língua Brasileira. Melhoramentos.
Moran, J. (2018). Verbete inovação pedagógica. Em D. Mill (Org.). Dicionário de educação e tecnologias e de educação a distância (pp. 233-336). Papirus.
Morozov, E. (2018). Big Tech: Ascensão dos dados e a morte da política. UBU Editora.
Nash, K. (2019). Neo-liberalisation, universities and the values of bureaucracy. The Sociological Review, 67(1), 178-193. https://doi.org/10.1177/0038026118754780
Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). (2008). Educação de qualidade para todos: um assunto de direitos humanos. Escritório Regional de Educação para América Latina e Caribe. https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000150585
Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). (2021). Reimaginar nossos futuros juntos: um novo contrato social para a educação. Comissão Internacional sobre os Futuros da Educação Boadilla del Monte. https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000379381_por
Paraná. (2022). Resolução SEED 3550 de 23 de junho de 2022. (Institui o Livro Registro de Classe e Livro Registro de Classe Online). Casa Civil. Secretaria de Estado da Educação. https://www.legislacao.pr.gov.br/legislacao/pesquisarAto.do?action=exibir&codAto=267067&indice=1&totalRegistros=1&dt=4.3.2024.17.53.14.924
Poell, T., Nieborg, D., & Van Dijck, J. (2020). Plataformização (Platformisation). Revista Fronteiras – estudos midiáticos, 22(1), 2-10. https://doi.org/10.4013/fem.2020.221.01
Rosa, H. (2019). Aceleração. EdUnesp.
Rosenblat, A., & Stark, L. (2016). Algorithmic labor and information asymmetries: a case study of Uber’s drivers. International Journal of Communication, 10, 3758-4784. https://ijoc.org/index.php/ijoc/article/view/4892/1739
Santaella, L. (2014). Comunicação ubíqua: repercussões na cultura e na educação. Papirus. https://ria.ufrn.br/jspui/handle/123456789/1449
Schlünzen Júnior, K., Schlünzen, E. T. M., Malheiro, C. A. L., & Santos, D. A. do N. dos. (2017). Inovação no processo de formação na docência universitária: estratégias formativas da Universidade Estadual Paulista. EaD em Foco, 3 (2). https://ticsead.uemanet.uema.br/index.php/ticseadfoco/article/view/222
Van Dijck, J. (2013). Culture of connectivity: a critical history of Social Media. Oxford University Press.
Vilalta, L. (2023, agosto 09). Seriam Cândidas as plataformas de internet? Outras palavras https://outraspalavras.net/outrasmidias/seriam-candidas-as-plataformas-de-internet/
Zuboff, S. (2018). Big Other: capitalismo de vigilância e perspectivas para uma civilização de informação. Em F. Bruno, B. Cardoso, M. Kanashino, L. Guilhon, & L. Melgaço. (Orgs.). Tecnopolíticas da vigilância: perspectivas da margem (pp. 17-46). Boitempo. https://medialabufrj.net/wp-content/uploads/2020/10/Tecnopoliticas-da-vigilancia_miolo_download.pdf
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2024 Juliana Rossi Duci, Luiz Roberto Gomes

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Authors who publish in this journal agree to the following terms:
-Authors maintains the copyright and grants the journal the right of first publication, the work being simultaneously licensed under the Creative Commons Attribution License which allows the sharing of the work with recognition of the authorship of the work and initial publication in this journal.
- Authors are authorized to enter into additional contracts separately, for non-exclusive distribution of the version of the work published in this journal (eg publish in institutional repository or as a book chapter), with acknowledgment of authorship and initial publication in this journal.
-Authorers are allowed and encouraged to publish and distribute their work online (eg in institutional repositories or on their personal page) at any point before or during the editorial process, as this can generate productive changes as well as increase the impact and the citation of published work (See The Effect of Free Access).