Quem pode dizer a história: as temporalidades do trabalho intelectual e a ciência aberta

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.26512/emtempos.v25i47.61940

Palabras clave:

Editorial

Biografía del autor/a

  • Maria Clara Silva, Universidade de Brasília

    Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em História da Universidade de Brasília (UnB), com financiamento CAPES. Realizou doutorado sanduíche na Universidad de Buenos Aires (Facultad de Filosofía y Letras), com apoio do CNPq. É mestre (2024) e licenciada/bacharela (2022) em História pela UnB, onde também foi bolsista CAPES no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC). Atua como editora-chefe da revista Em Tempo de Histórias e integra a equipe técnica da revista História, Histórias. Atualmente, também cursa uma especialização em Ensino de Humanidades e Linguagens pelo Instituto Federal de Brasília (IFB). Seus interesses de pesquisa incluem história das mulheres, movimentos de mulheres, feminismo, escrita de si, trajetórias, autobiografias, imprensa, ditadura civil-militar, teoria da história e história das emoções.

  • Amanda Monteiro Bortoluzzi Pires, Universidade de Coimbra (UC)

    Doutoranda em História Contemporânea pela Universidade de Coimbra, com acolhimento do Centro de Estudos Sociais (CES), trabalha com História Russa do Século XIX, especialmente com Vera Figner, o "populismo"/"niilismo" russo, e autobiografia como fonte historiográfica. É mestre em História Social e graduada em História pela Universidade de Brasília, onde trabalhou com literatura e imprensa oitocentista, "niilismo" russo e representações de guerra em manifestações culturais. Entre suas atividades mais relevantes, estão a apresentação e publicação de trabalhos em história contemporânea russa, os usos possíveis das escritas autobiográficas como fonte e a experiência revolucionária feminina, além da co-organização de Simpósios Temáticos voltados para a investigação das subjetividades na historiografia e as narrativas de si enquanto fonte.

Referencias

RAMALHO, Walderez. Reinterpreting the “times of crisis” based on the asymmetry between chronos and kairos. História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, Ouro Preto, v. 14, n. 35, p.

115–144, 2021. DOI: 10.15848/hh.v14i35.1733. Disponível em: https://www.historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/1733. Acesso em: 27 mar. 2026.

SANTO AGOSTINHO. Confissões. Tradução: J. Oliveira Santos (S. J.) e A. Ambrósio de Pina (S. J.). Rio de Janeiro: Valdemar Teodoro Editor, 2024.

Publicado

2026-04-07

Número

Sección

Editorial

Cómo citar

Quem pode dizer a história: as temporalidades do trabalho intelectual e a ciência aberta. Em Tempo de Histórias, [S. l.], v. 25, n. 47, p. 1–8, 2026. DOI: 10.26512/emtempos.v25i47.61940. Disponível em: https://periodicostestes.bce.unb.br/index.php/emtempos/article/view/61940. Acesso em: 11 apr. 2026.

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