[1]
“‘EU SOU ACÁCIO, TU ÉS ACÁCIO, ELE É ACÁCIO’ : Eça de Queirós, o espaço público e a banalidade do mal”, CER, vol. 29, nº 52, p. 199–214, ago. 2020, Acesso em: 22º de abril de 2026. [Online]. Disponível em: https://periodicostestes.bce.unb.br/index.php/cerrados/article/view/29210