[1]
“O Campo Tupi e a revolução do perfil energético brasileiro”, Merid. 47, vol. 8, nº 89, p. 21–24, set. 2017, Acesso em: 4º de maio de 2026. [Online]. Disponível em: https://periodicostestes.bce.unb.br/index.php/MED/article/view/2871